Mas eu não olhei para aquele prato. Eu simplesmente não conseguia. Aquela maldita garota baixa de olhos apertados e vestido florido na minha cozinha havia roubado toda a minha sanidade. Aquela menina feia e doce que já não parecia mais tão feia. Ela me encarava, confusa, com seu sorriso largo e lindo, até que ele se desfizesse quando eu a toquei no pulso novamente. Mas eu o fazia delicado, passando as pontas dos dedos. Mas aquilo não parecia o bastante quando senti o coração palpitar. Eu queria