DAMIÁN ASHFORD
Do corredor, eu podia ver o interior do quarto de Camille. Eu sentia que mal tinha aceitado que ela era minha irmãzinha, quando de repente ela já estava lá, embalando seu bebê nos braços, como uma mãe de primeira viagem cheia de amor e esperança. O tempo passava rápido demais e não me dava chance de pensar.
Ao lado da cama, os gêmeos espreitavam a tia como tubarões prontos para devorar o cara da jangada. Eles pulavam, espreitando pela beirada, segurando-se no colchão, ansiosos pa