CAPÍTULO 37 — UMA PROPOSTA PERIGOSA
A paz nunca dura.
E eles sabiam.
***
A manhã começou silenciosa.
Mas não tranquila.
Era o tipo de silêncio que avisa.
Que prepara.
Que antecede algo.
***
Isadora estava na sala, com uma xícara nas mãos, observando o movimento lento da cidade pela janela.
O corpo mais leve.
A mente… nem tanto.
***
A noite anterior ainda estava presente.
O toque.
A proximidade.
As palavras que não foram ditas.
Mas sentidas.
***
E, pela primeira vez…
não havia arrependimento.
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