CHLOE
O despertador tocou às seis e quarenta, e uma mão atravessou o colchão antes que o corpo acompanhasse o movimento. Os dedos encontraram apenas o lençol frio, e a consciência levou alguns segundos para alcançar o gesto automático. O quarto pequeno voltou a existir ao redor da cama, com a cortina clara, a cômoda antiga e o ruído abafado dos carros na rua. Durante aquelas primeiras horas no apartamento, tudo pareceu familiar de um jeito prático, suficiente para que Chloe soubesse onde encon