CAPÍTULO DUZENTOS E SETENTA E NOVE: ALGUÉM A LEVOU.
POV MAGNOS.
Eu corria como se minha vida dependesse disso. E, de certo modo, dependia. O pensamento de que Amélia poderia estar em perigo me consumia. Meu coração batia descompassado, e Cosmo rosnava de ódio e desespero. Quando cheguei ao hospital, ainda em forma lupina, transformei-me em segundos, os pés batendo forte contra o chão enquanto adentrava o prédio em disparada.
A sala de espera e os corredores estavam desertos. Quando cheguei ao corredor do consultório de Hélio, encontrei os corpos