Mata do a Saudade.
Sob o Carvalho Branco, um Amor se Renova
Ana olhou para o relógio, percebendo que a noite já estava bem avançada. Com um sorriso carinhoso, virou-se para Fábio e disse:
— Filho, está tarde. Amanhã temos trabalho, e precisamos descansar. Vamos?
Fábio, ainda com o coração acelerado pelo pedido e pela emoção do momento, assentiu. Ele se aproximou de Luna e, timidamente, deu um selinho carinhoso nela.
— Boa noite, Luna — ele sussurrou, com um sorriso. — Até amanhã.
— Boa noite, Fábio. — Luna respo