O celebrante começou a cerimônia, suas palavras soando distantes e irreais para mim. Eu respondia mecanicamente, recitando os votos que tinha decorado, mas sem sentir a sinceridade ou o compromisso que deveriam acompanhar essas palavras.
— Pode beijar a noiva — disse o celebrante finalmente, e Etore se inclinou para me beijar. Fazia tempo que não sentia os lábios de Etore colarem nos meus. Eu fechei os olhos, tentando me desligar do momento, mas a realidade estava ali.
Etore me olhou nos olhos,