Era aquele mesmo homem outra vez.
Ele tinha terminado um compromisso. Saiu do elevador lado a lado com um cliente, conversando e rindo.
Seu inglês era impecavelmente fluente, a voz grave, semelhante ao som de um violoncelo, o porte elegante e extraordinário. Cada gesto daquele homem exalava um charme incomum.
Melina nem teve tempo de cumprimentá-lo quando Lorena soltou uma exclamação em voz baixa:
— Meu Deus, esse homem é exatamente o homem dos meus sonhos. Parece que foi feito para mim.
— Sério