Já eram mais de três da manhã e Audrey não desligava a sua bateria social. A sua barriga de sete meses não a impedia de dançar enlouquecidamente ou beijar os dez desconhecidos com quem havia conversado.
Felippa só aparecia perto da mesa, quando queria alguma bebida para refrescar sua garganta. O segurança amigo que a deixou entrar, havia deixado seu turno e agora aproveitava a balada ao lado dela.
Evangeline por sua vez, permanecia sentada no banco e sem ingerir mais nenhuma gota de álcool.