Zade.
Virei-me rapidamente, fechando a boca e derramando café nas pernas. Amaldiçoei internamente, reprimindo um grito e corri para o meu quarto. Mal consegui passar um pé pela soleira quando a outra porta se abriu.
Faíscas passaram por mim quando ele me agarrou pelo pulso, me girando e minha xícara de café voou para o chão, se estilhaçando e respingando café por toda parte.
Mas ele não se incomodou nem um pouco com isso quando me jogou contra a porta de vidro do meu quarto. A dor me invadi