O sol começava a entrar pelas frestas da cortina quando Louise sentou-se bruscamente na cama, o coração martelando contra as costelas.
— Droga, o despertador!
Exclamou, tateando o criado-mudo em busca do celular.
— Ei, calma.
A voz de Yuri veio da porta, acompanhada pelo aroma reconfortante de café fresco. Ele já estava vestido, segurando uma bandeja com frutas e torradas.
— Você não está atrasada. Eu desliguei o alarme.
— Yuri! Eu tenho...
— Eu já liguei para o escritório...
E