O amanhecer não entrou pela janela, a luz branca no final, o túnel final, não, nada disso aconteceu. Ela estava viva, era um milagre, uma maldição também, porque continuar respirando significava que a dor, a opressão e o medo não acabariam, não lhe dariam trégua.
Ele estava de bruços, com os pés amarrados e o que lhe pareciam ser grilhões que causavam apreensão em seus tornozelos. O metal era muito apertado para que ele não se movesse, nem mesmo um milímetro, e se o fizesse, além de causar o i