Hannah Bianchi
O pouso do jato particular no hangar privativo em São Paulo foi suave, quase como se o mundo quisesse nos receber de volta com delicadeza. Mas, ao descer os degraus e sentir o ar brasileiro — uma mistura de umidade, asfalto quente e o perfume inconfundível daquela terra — percebi que a Hannah que saiu daqui algumas semanas atrás não existia mais. Eu não era mais a estrangeira, a secretária, a mulher que vivia na ponta dos pés. Eu estava voltando para casa como a Sra. Bianchi, co