O ar no centro de comando da mansão estava carregado de um silêncio mortal. O mapa tático da costa sul da Itália brilhava na tela principal, com coordenadas piscando em vermelho perto de uma antiga vinícola abandonada dos Moretti.
Eu não estava chorando. As lágrimas tinham secado no segundo em que percebi que a Elena — a única pessoa que me deu um abraço genuíno e um prato de comida quente quando cheguei quebrada a esta mansão — estava nas mãos daqueles monstros.
— A vinícola de Castelfidardo —