Valentina
Luigi chegou no final da tarde.
Bateu na porta do quarto com delicadeza antes de entrar. Trazia um buquê de flores brancas numa mão e um embrulho de presente na outra.
— Posso entrar?
— Claro — respondi, ajeitando Salvatore nos meus braços.
Ele entrou. Parou quando viu o bebê. Algo passou pelo rosto dele — algo complexo demais pra identificar completamente.
— Luigi — Leonardo se levantou, indo até o irmão. — Obrigado por vir.
Os dois se abraçaram. Aquele abraço de irmãos — forte, rápi