Melinda de Sá
Acordei no dia seguinte na cama do Diogo, estava entrelaçada em seu corpo. Olhei para os lados e tentei me afastar, levantei e procurei meus óculos, encontrei no criado mudo e coloquei. Vesti minhas roupas que estavam espalhadas pelo chão.
Não podia sair as escondidas, mas também não queria mais ficar ali, não sei, mas senti um vazio estranho no peito, algo que não sabia explicar muito bem. Cheguei ao lado dele e chacoalhei um pouco seu ombro.
- Diogo, tenho que ir embora.
Ele de