Leo permanecia imóvel do lado de fora da porta, com o coração apertado após tocar a campainha. Ele queria ver Ana, confirmar se ela estava bem, mas também tinha medo de encará-la, medo de encontrar desprezo e ódio em seus olhos. Essa sensação era completamente nova para Leo.
Após esperar por um tempo, ele ouviu passos vindos de dentro e respirou fundo. Nesse momento, a porta se abriu. Leo estava prestes a dizer algo quando Ana jogou um copo cheio de água quente em seu rosto. Leo nunca esperaria