O jato tocou a pista da ilha pela segunda vez naquela manhã.
Lorena olhou pela janela oval enquanto a aeronave desacelerava. A ilha à luz do dia era diferente, a mata que havia sido escuridão e terror nas últimas horas aparecia agora verde e densa sob o sol, quase bonita se ela conseguisse esquecer o que havia acontecido dentro dela.
Não conseguia.
A rampa abriu.
Alexandre estava na pista.
Lorena o viu antes de terminar de descer a rampa e parou por um segundo involuntário - havia algo naquele