A noite estava silenciosa demais.
Não o tipo de silêncio confortável... mas aquele que antecede algo.
Algo que muda o curso das coisas.
Eu estava no escritório da empresa, mas meus pensamentos ainda estavam lá.
Com ela.
Samantha.
Viva.
Em casa.
E, ainda assim... uma parte de mim se recusava a relaxar completamente.
Porque eu sabia.
Isso ainda não tinha acabado.
A batida na porta veio precisa.
Duas vezes.
Sem hesitação.
Eu já sabia quem era.
Abri.
O detetive entrou sem cerimônia, como sempre. Ma