Mundo ficciónIniciar sesiónTekay es un joven de la tribu de los cazadores Fuhure, quien ha perdido a sus padres por una conspiración entre el chaman y el Jefe de la tribu, una injusticia que ha jurado vengar aunque le cueste la vida. Aunque sus sentimientos comienzan a verse confundidos por lo que siente por la hija del Jefe, una muchacha inocente y bondadosa que solo parece tener ojos para él. Por lo que deberá decidir si seguir con su venganza, o darse la posibilidad de formar una vida junto a ella.
Leer másBELINDA
“Liam, eu estou grávida.”
Essa frase tem se repetido em loop na minha cabeça. A voz doce e gentil de Viviane, a acionista da empresa do meu marido, não deixou a minha mente desde esta manhã. Desde então encontro-me dirigindo pela cidade sem destino. “Você me prometeu que iria se divorciar dela.”“E eu irei Viviane. Você está grávida de um filho meu… porém não é tão simples. Mas você sabe, eu amo você!” Após ouvir a revelação calorosa dos dois que terminou em sexo eu comecei a pensar no dia que revelei sobre a minha gravidez. Liam ficou tão feliz, mas agora eu só consigo pensar em como ele foi mentiroso e manipulador. Depois de vagar por tantos lugares eu me pego pensando em como a minha situação é deplorável. Não tenho amigos. Não possuo mais família. Eu não possuo nenhum amparo para me consolar neste momento. Enquanto isso, ele e Viviane desfrutam de sexo casual matinal. Não precisa ser nenhum especialista para identificar o barulho de móveis rangendo e gemidos ofegantes. Foi doloroso ? Bastante! Mas eu precisava ouvir até o final para não restar nenhuma dúvida. Eu queria gritar contra o telefone ou ir imediatamente à empresa para gritar dizendo que ele era um completo traidor e adultero. Mas isso só trairia desgraça para mim mesma e no final, a culpa é toda minha por estar em uma situação como essa. Afinal eu abdiquei de tudo para me casar com Liam Beaumont. O meu grande amor. Que bela ironia. Desligo o carro para abastecer pela terceira vez neste dia. Não demoro muito pois não quero ter que encontrar nenhum conhecido na cidade. Ajeito meu óculos diante do vidro escuro da cafeteria do posto de gasolina. Entro no local vestindo o meu suéter bege cafona por cima do vestido florido que Liam me deu de presente no mês passado. Dizer que nesses últimos quatro anos ele tem sido um péssimo marido seria rude, pois Liam cumpre com suas obrigações. Um marido presente. Nunca esquecendo datas comemorativas. Presentes com frequência. Ele não é negligente com relação a atenção. Temos sexo com frequência. — O que mais eu poderia querer ? Pergunto a mim mesma. O dia está quase acabando e eu estou estupidamente perdida. — Com licença, senhorita. O que gostaria de pedir hoje? Nós temos- — Uma xícara de café preto sem açúcar. Interrompi a garçonete de fios castanhos. Os seus olhos verdes quase saltaram pela minha forma rude, mas hoje não é um dia para ser uma esposa simpática.“Hoje terei uma reunião importante. Chegarei uma ou duas horas mais tarde. Por favor, me espere acordada meu amor. Eu te amo!”
— Mentiroso.
Lágrimas densas escorrem por minha face. Lágrimas que contive todo esse tempo transbordam por meus olhos. Lembranças do passado começam a saltar por minha mente, lembranças de um passado não tão distante quando eu ainda acreditava no seu amor. Será que ele realmente era um bom marido ou isso era a minha mente tentando justificar o injustificável ? Provavelmente é minha consciência tentando me convencer de que não entreguei a herança da minha mãe nas mãos de um homem que apenas me enganou. Abro a galeria do celular fitando todas as imagens e nós dois nos últimos quatros anos. O armamento está praticamente cheio de momentos marcantes de nós dois. No passado, a beleza de Liam foi o que me chamou atenção no primeiro momento, porém não foi o fator excruciante para me apaixonar. A sua atenção, o seu carinho por mim e mesmo contra a opinião do meu padrinho e tutor, eu abri mão de tudo para ficar com Liam. Eu confiei naquele homem que parecia ser o meu refúgio. Quando ele me contava sobre os seus planos para o futuro, fui eu quem estive do seu lado. Foi com o dinheiro da minha herança que ele fundou a empresa para quatro anos depois ele querer me descartar como lixo. — Você foi tão burra Belinda… tão burra… ele só usou você. Sussurro com dificuldade. O cheiro do café servido pela garota me da náuseas. Corro entre as pessoas do local o mais rápido que consigo. No banheiro, em desespero me jogo contra a privada da última cabine.“Blargh”
Pela falta do que ter para vomitar, meu estômago dói. E eu me contorço no chão sujo. Minha bota de cano alto está suja assim como a barra do meu vestido. Limpo minha a boca de qualquer jeito e dou descarga.
Duas garotas vestidas com uniforme do colegial me encaram e riem antes de sair pela porta do banheiro. Olho meu reflexo no banheiro e não vejo nenhum fragmento da mulher que um dia eu fui. Não possuo nem vinte e um anos e estou acabada. Destruída por completo.Meu cabelo está seco. As olheiras profundas. O tom da minha pele amarelado. Nem mesmo o tom dos meus olhos possuem alguma vida. Me aproximo do espelho fitando o tom esverdeado dos meus olhos. Um sorriso torto se forma em meus lábios. Aproximo o indicador e o polegar das minhas orbes retirando as lentes de contato dos meus olhos. — Agora sim. Bem melhor! Se nenhum dos meus esforços foi suficiente para manter Liam comigo, eu vou começar agora a parar de tentar agradá-lo e recuperar o controle da minha vida. A heterocromia sempre foi um assunto delicado entre Liam e eu. Esse traço herdei da minha avó, mas ele dizia ser algo estranho. Uma pessoa ter um olho de cada cor e no passado, eu julguei melhor neutralizar essa característica. Mas agora, tudo mudou. Caminho pelos corredor que dá acesso ao salão da cafeteria. Depósito duas notas na mesa e caminho em direção a saída. — Senhorita! A garçonete de cabelo castanho gritou. Entretanto, continuei o meu caminho. O sol já havia se posto e provavelmente a essa hora Liam deve estar com Viviane. Destravo o veículo e entro. Instintivamente minhas mãos envolvem o meu ventre. — Eu vou te proteger. Nós não precisamos do seu pai traidor.—¿Así que han decidido rendirse? ¿Desisten de este ataque? —pregunta Tekay en su forma humana contemplando a los Fuhure que permanecen de rodillas delante de él.—Nosotros nunca quisimos esta guerra, pero sabes que debemos obedecer a lo que nuestro Jefe nos indica, el no hacerlo significa la muerte por rebelión —indica Juhion que ha sido comisionado por sus compañero para interceder por ellos.—El chaman era una sola persona, si todos se hubiesen unido para resistir esa decisión lo hubiesen logrado, pero en el fondo decidieron seguirlo ya fuese por temor o ambición —replica el cazador no aceptando justificaciones para excusarlos.—Puede que hayamos sido demasiado cobardes para tomar la decisión de resistirlo, pero ahora nos ponemos en tus manos. Haz como bien te parezca con nosotros, matamos si crees que no merecemos la vida, o perdónanos —ruega Juhion sin sentirse capaz de levantar la cabeza para mirar al muchacho a la cara.—Creo que lo mejo
—Hasta aquí llega el rastro de la gente, pero no pueden haberse esfumado en el aire. Debieron haber cubierto su rastro desde aquí, por lo que no creo que estén muy lejos —indica Kopuru a la contemplando la cascada que cae enérgicamente.—Supongo que debieron haber hallado el refugio que buscaban, que los rastreadores busquen en cada rincón de toda esta área, cuando nos estemos acercando demasiado a ellos no tendrán más opción que atacarnos, y entonces nos terminaran de revelar su ubicación —ordena el Chaman dispuesto a no ser engañado de nuevo.—Por cierto, ¿Qué demonios ha sucedido aquí? Este bosque está hecho un desastre en esta parte —pregunta el cazador mirando los efectos del fuego en el lugar.—Ha de ser producto del Jefe Nagutu y sus cazadores nocturnos, lo cual nos indica que estamos en
—Hasta aquí llega el rastro de la gente, pero no pueden haberse esfumado en el aire. Debieron haber cubierto su rastro desde aquí, por lo que no creo que estén muy lejos —indica Kopuru a la contemplando la cascada que cae enérgicamente.—Supongo que debieron haber hallado el refugio que buscaban, que los rastreadores busquen en cada rincón de toda esta área, cuando nos estemos acercando demasiado a ellos no tendrán más opción que atacarnos, y entonces nos terminaran de revelar su ubicación —ordena el Chaman dispuesto a no ser engañado de nuevo.—Por cierto, ¿Qué demonios ha sucedido aquí? Este bosque está hecho un desastre en esta parte —pregunta el cazador mirando los efectos del fuego en el lugar.—Ha de ser producto del Jefe Nagutu y sus cazadores nocturnos, lo cual nos indica que estamos en el lugar en el que él fue vencido —comenta el anciano paseando la mirada por todo el sitio intentando hallar el posible escondite de sus prófugos enemig
—¿Y Denia cómo sigue? —pregunta Enor mirando con preocupación a la muchacha gimiendo en sueños.—Nada bien, esas marcas siguen extendiéndose por todo su cuerpo, y parecen provocarle un agudo dolor —responde Cappoli con la voz empañada pon la impotencia de ver a su hermana en ese estado y no poder hacer nada para ayudarla.—¿Y ya has logrado que algún médico venga a verla? —interroga el joven sin ser capaz de hacerse una idea de lo que podría ser eso.—Los médicos del palacio la han visto y han dicho que nunca se han encontrado con algo como esto, aunque creen que puede llegar a ser algún tipo de brujería —informa la muchacha soltando un largo suspiro de pesar ante la falta de información clara.—¿Brujería? ¿Ella no mencionó algo sobre una bruja? ¿Crees que podría haber estado diciendo la verdad? —plantea Enor ante la falta de una respuesta más lógica.—Dijo algo sobre que una bruja quiere apoderarse de su cuerpo, pero eso me par
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