O som da sirene da ambulância rompeu o silêncio da pequena cidade.
Lorenzo permanecia ajoelhado ao lado de Beatriz, segurando sua mão.
Ela respirava com dificuldade.
Os paramédicos chegaram rapidamente e iniciaram os primeiros socorros.
— Ela ainda tem pulso! — anunciou um deles.
Lorenzo soltou um suspiro de alívio.
Miguel passou a mão pelos cabelos.
— Pelo menos teremos a chance de ouvi-la quando acordar.
Antes de ser colocada na ambulância, Beatriz abriu os olhos por um breve instante.
Fitou