68. ME FALA QUE NÃO É VERDADE
Quando o primeiro raio de sol da manhã atravessou a fresta da cortina e tocou suavemente o rosto de Daphine, ela se mexeu preguiçosamente na cama. Seus músculos ainda estavam pesados pelo cansaço emocional da noite anterior, e a luz que banhava seu rosto a fez despertar lentamente do sono agitado. Ela se espreguiçou, esticando os braços acima da cabeça enquanto sentia cada parte de seu corpo se alongar e relaxar.
À medida que Daphine começava a tomar consciência de seu entorno, percebeu uma sen