O carro parou em frente a uma pequena casa de muro baixo, com a pintura já desgastada pelo tempo.
A rua era simples, silenciosa naquela hora da manhã.
Xavier observou a fachada por alguns segundos.
Era bem diferente do lugar onde ele morava.
Hana desafivelou o cinto.
— Obrigada por me trazer.
Antes que ela abrisse a porta, ele perguntou:
— Agora você vai dormir?
Ela sorriu de leve.
— Não, senhor.
Ele franziu o cenho.
— Não?
— Vou tomar um banho e depois preciso ir para a lanchonete.
Xavier olho