As primeiras chamas começaram a subir pelas portas da antiga capela.
A fumaça invadiu o salão rapidamente.
Lívia levou a mão ao rosto, tentando respirar.
Eduardo correu até uma das janelas.
Tentou quebrar o vitral com a coronha da arma.
O vidro rachou.
Mas as grossas barras de ferro do lado de fora impediam qualquer fuga.
— Estamos presos! — gritou.
Henrique olhava para o fogo se espalhando.
Por um instante, as lembranças daquela noite voltaram com toda a força.
O cheiro da gasolina.
Os gritos.