Puta que pariu. Nós dois congelamos e nos olhamos, o dedo dele ainda dentro de mim. Quem quer que seja na porta, insiste. Nervosa, tiro a mão de Yago. Não consigo olhar para ele agora. Minha boceta ainda está pulsando; coitada da Larissinha, está revoltadíssima por não ganhar o orgasmo que tanto ansiava. Levanto, encontro minha blusa no chão e a coloco de volta. Ajeito meus cabelos da melhor forma possível e, em tempo recorde, vou ver quem é a criatura que não tira a porra do dedo da campainha.