Algo acordou Lucian.
Ele sentiu um enorme espaço ao lado de sua cama, e mesmo tateando o espaço ao seu lado, os seus dedos não encontraram nenhum corpo generosamente forte irradiando um calor e um perfume de vinho. Os olhos de diamante se abriram imediatamente, percebendo o vazio ao seu lado.
Lucian sentou-se na cama e olhou em volta encontrando Magnus tomando café na mesa. Sereno e estonteante, com aqueles olhos carmesins lendo alguma notícia no jornal e os cabelos pretos como carvão bagunçado