O frio úmido do Palácio Abandonado parecia infiltrar-se até os ossos de Lucian. Ele estava amarrado a uma cadeira de ferro, seus pulsos feridos pelos grilhões apertados. A dor era constante, mas nada comparado ao peso em sua mente.
O tempo parecia arraster-se de forma interminável. Não havia janelas naquela sala, apenas a luz vacilante de uma tocha na parede. A escuridão o envolvia como um véu sufocante, e a única companhia era o eco distante do vento que assoviava entre as rachaduras nas pared