Eu a observava dormir. Há três dias, minha vida havia parado naquela suíte. Eu, que sempre fui mestre em controlar cada variável dos meus negócios, me vi impotente diante de uma reação alérgica a um tranquilizante de cavalo.
Cada vez que a febre de Victoria subia, eu sentia uma parte da minha frieza habitual trincar.
Aquela manhã estava clara, e o rosto dela, finalmente, tinha recuperado o tom rosado. Eu tinha decorado cada sarda, cada curva de seus lábios. Quando ela abriu os olhos, o pânic