Ana chegou a nova cidade apenas com uma mochila, uma mala de rodinha e Isabel no colo. O clima da cidade era agradável, ela passou tranquilamente pela triagem da polícia internacional.
“Agora, Ana está morta, quem vive é Clara” ela olhou com os olhos cheio de lágrimas para Isabel. Antes de sair da cidade ela deixou uma mensagem anônima para seu padrinho para que fizesse o enterro de Clara, ela pediu para que ele a enterrasse junto de seu pai.
Ela precisava encontrar um hotel e comprar um novo c