Ainda tremia incontrolavelmente, encostada sem forças em seus braços. Naquele momento, senti uma segurança e felicidade sem precedentes!
Era bom estar viva!
Ele me abraçava e me confortava constantemente!
Foi só então que comecei a me acalmar!
Levantei a cabeça e perguntei a Daniel:
— As pessoas dentro do prédio estão seguras, certo? Você disse que elas já foram evacuadas, não é?
Perguntei com urgência, relatando a Daniel o que o homem no telhado havia dito e meu julgamento sobre a situação.
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