Ela arqueou as costas, empurrando-se contra meus dedos, os gemidos se tornando mais altos e desesperados. Meus lábios desceram por seu pescoço, mordiscando e chupando, deixando marcas que eram uma declaração do que era meu.
— Ahhh! ... — ela gemeu, a voz carregada de desejo.
— Diga o que quer, Karah. Diga o que precisa de mim? — exigi, minha voz rouca e cheia de autoridade.
— Oliver, nós não… — sua boca tentou negar, mas suas mãos, agora agarradas em meu pescoço me puxavam exigindo mais cont