No dia seguinte, Pedro já acordou cansado.
Não era sono.
Era peso.
A cabeça não tinha parado em nenhum momento — repetindo a cena do parque, voltando nos mesmos pontos, tentando encontrar alguma coisa que explicasse… qualquer coisa que fizesse sentido.
E não encontrava.
Foi quase automático ir até o prédio de Eduarda. Ele não pensou muito, só precisava falar com alguém que conhecesse a história inteira… que soubesse quem ele era antes daquilo.
Quando ela abriu a porta, já entendeu.
— Pedro…
Ele