Sem pensar qualquer coisa eu aviso: — Solte-a. — Ele me olhou de soslaio, mas não a soltou. Porém percebi que seu aperto se afrouxou, porque Donna tossiu e chorou.
— Solte-a! Droga Sebastian. Sai de cima dela! — Eu estava gritando e chorando a arma ainda apontada em sua direção.
Ele saiu de cima das coxas de Donna e se virou lentamente.
Encarei ele tão nervosa que ouvia os batimentos cardíacos golpeando meus ouvidos.
— Você...— Ele Soltou um risinho como se eu estar apontando a arma em