Vejo ele caminhar em direção a mesa de café da manhã, já servida. Sua expressão está impassível, não tem como eu saber o que ele pensa ou o que sente. Quando ele se senta a mesa, o mesmo silêncio que pairava quando eu estava sozinha, perdura.
Beberico do copo de suco, o olhando em expectativa de que diga algo, ou ao menos, me olhe.
— Bom dia. - Falo depois de ver que o silêncio perduraria ainda mais caso eu não abrisse a boca.
— Bom dia. - Responde seco, erguendo dois dedos para que a empregad