-Como pode ver cumpro com minha parte da barganha. – ele garantiu. Revele-me agora a profecia.
A mão masculina tocou com firmeza a manga do vestido dela, expondo a pele morena e o vale entre os seios fartos. Mayra tornou a encara-lo contrariada. Um calafrio gélido e de horror deixou sua pele arrepiada. Aquele homem sequer parecia vivo. Tinha a pele fria.
-Nossos negócios... – ela começou a protestar.
-A profecia! - ordenou.
E a cigana suspirou. Era um erro o que estava prestes a fazer.
-Aquela