Fechei a porta da minha sala com uma força que quase arrancou a maçaneta.
Caminhei até a minha mesa e descarreguei toda a pressão um murro seco que ecoou pelas paredes.
— Porra! — rosnei para o vazio, sentindo a dor nos nós dos dedos arder em sintonia com a minha fúria.
"O que diabos está acontecendo comigo? Eu não sinto ciúmes. Eu não posso perder a compostura por causa de uma advogada de quinta vinda do meio do nada.”
Mas, eu quase cruzei essa linha.
Cada vez que aquele arquiteto