5 anos depois
— Que droga! — Resmunguei sentindo a dor em meu pé. Olhei para baixo e neguei ao ver o objeto pequeno. — Então é assim que perdemos sempre. — O peguei deixando no bolso.
Olhei ao redor e percebi o quarto vazio, era quase dez da manhã e a casa estava em silêncio. Caminhei até o banheiro para fazer minhas coisas, se antes eu já não tinha espaço nessa bancada, agora eu tenho muito menos.
Bocejei ainda cansado da noite mal dormida, abri a porta do quarto e o silêncio antes present