Mikhail nos encarava com uma certa rispidez, eu e Ilya descemos do carro e eu segurei na mão dele. Mikhail entrou dentro de casa sem dizer nada, eu caminhei para dentro e ele virou na nossa direção.
— Então... —ele questionou.
— Mikhail, você é meu pai, sei que não vai aceitar o que eu venho dizer, mas eu gostaria que você ouvisse os motivos dele, olha...
— Eu sei todas as motivações dele, Ruslana. Não precisa tentar me persuadir, eu não o julgo por isso. —ele respondeu.
— Não? —indaguei.