NATÁLIA
— Eu quero meu celular, mãe. — Murmurei assim que subi o primeiro degrau.
Depois de vagar por mais uma hora, finalmente cheguei em casa. Minha mãe abriu a porta, fez uma careta, mas não disse nada.
Isso indicou que o Alfa já havia falado com meu pai e que eles se absteriam de me maltratar a partir de agora.
Apesar de tudo isso, a situação era inquietante. Meu estômago estava revirado.
Silenciosamente, minha mãe foi para o quarto. Eu me virei e a observei.
Ela saiu do quarto e caminh