ANA
— Eu te amo. — Eu ofeguei, sorrindo.
Zero gemeu, antes que seus lábios colidissem com os meus. Outro gemido involuntário escapou dos meus lábios. Este beijo era diferente. Desta vez, era terno e gentil. Ele esperava pacientemente que meus lábios estivessem em sincronia com os dele. Sua língua deslizou entre meus lábios suavemente, explorando e acariciando minha boca. Eu puxei seu cabelo, fazendo-o gemer.
— Diga isso novamente. — Ele se afastou, inclinando-se para ofegar em meu ouvido. Sua