Tracey Murray se recusava a acreditar no que ocorria na caverna-laboratório, apesar das dores física e emocional estarem consumindo-a pelos golpes deferidos por Beatrice, que mantinha a expressão inabalável e ainda encarava a irmã. Tracey se levantou e, se apoiando na parede às suas costas, conseguiu se manter de pé. Ela analisava Beatrice dos pés à cabeça, procurando qualquer resquício do que antes era a sua irmã adorável. Naquele momento, ela não passava de mais um soldado, uma figura de comb