Chantelle suspirou de alívio quando desceu as últimas escadas. Deixou a bandeja de comida no pé delas e depois dirigiu-se a passos largos para a saída. O silêncio reinava no rés-do-chão. Ninguém na sala. Julgou-se com sorte. Um milagre, pensou ela. Mais uns metros e estaria lá fora.
Mas a sua alegria desvaneceu-se brutalmente.
— Menina! — gritou de repente uma voz lá do andar de cima. — A menina Chantelle fugiu! Encontrem-na, depressa!
As suas pernas começ