Chloe entrou no quarto, a porta deslizando rapidamente pelos seus dedos até fechar com força contra a parede. Ela não estava com raiva — se negaria veementemente a confessar isso —, mas seu peito doeu assim que ela sugou o ar com força. Colocou as mãos no rosto; o caos daquela manhã invadiu sua mente como memórias dolorosas.
Não era a vida que ela queria viver. Ela não queria seguir sendo cercada pelos fantasmas do passado. Talvez a sua história em Phoenix devesse ter um fim. No segundo seguint