— Minha tia gosta de flores artificiais — Elias avisou, abrindo a porta. — Não julgue. Ela julga de volta.
A sala era acolhedora: sofá estampado, cortinas de renda, santos pequenos em uma prateleira, uma televisão antiga e uma estante cheia de romances policiais.
Nada naquela casa parecia saber quem eram os Valmont ou os Blackthorne.
Alina respirou melhor.
— Gostei.
— Você gosta porque ninguém foi humilhado em público aqui.
— Um critério excelente para imóveis.
Elias deixou as chaves sobre a me