Sila
— Um pouco.
— E, você quer um?
— Sim, eu que… — O interrompo quando ele estende a sua mão para pegar a fruta dentro do prato. No entanto, seguro o objeto possessivamente, atraindo os olhos escuros e firmes para mim.
— Não se atreva, Senhor Arslan! — Ele me lança um olhar divertido.
— Você vai comer isso tudo sozinha? — Sorrio, levando a fruta para a minha boca, dou uma mordida e mastigo devagar, sem desviar os meus olhos dos seus. — Você quer? — sibilo e percebo as suas retinas escuras se