Na parte de cima da caixa, destacava-se um bilhete. Com letras maiores que o normal, o conteúdo pulava aos olhos de Artur Vasques.
“Provas dos crimes de Luana Costa!”
No mesmo instante, Artur não ouviu mais nada ao seu redor. Com as mãos trêmulas, começou a tirar os itens de dentro da caixa, um a um.
Quanto mais ele via, mais escuro seu semblante se tornava.
Na casa de Vasques.
Luana, que dormia sonolenta sob o sol da manhã, foi despertada pelo toque insistente do telefone.
Com as sobrancelhas f