Sofia Bellandi
Outra onda de náusea me obrigou a me inclinar sobre o vaso sanitário.
Meu estômago já estava vazio, mas o corpo continuava tentando expulsar alguma coisa que não existia. Os olhos ardiam, a garganta queimava e minhas pernas pareciam incapazes de sustentar meu peso.
A porta do banheiro se abriu atrás de mim.
— Sofia?
Reconheci a voz de Alina.
Tentei responder, mas só consegui tossir antes de outro espasmo doloroso.
— Vou chamar a Flora.
— Não, Alina. Não chama minha mãe.
Minha voz