— Eu não posso fazer isso. E você precisa de um banho! Está fedendo a urina. — Ela me pegou pelo braço e me levou até o grande banheiro de cerâmica branca. Durante o caminho, eu chorei alto, esperneei, tentei me soltar das suas mãos, gritei por alguém. Pela minha mãe. Por meu pai. Qualquer um que pudesse me tirar de lá. Ela tirou minha roupa, ligou o chuveiro e me jogou na água fria, dando-me as costas.
— E não demore no banho! — ela disse de forma brusca antes de sair.
A água fria batia na mi