Recém acordada, Marina parecia mais meiga do que em qualquer outro momento.
O cabelo estava um pouco bagunçado, cobrindo parte do rosto delicado. Nos olhos, ainda restava um pouco de sono, de um jeito que mexia com ele.
Vitor sempre gostou de vê-la assim. Principalmente por sentir que só ele podia ver esse lado dela. Isso bastava para mexer com ele.
— Bom dia. — Vitor respondeu em voz baixa, caminhou até Marina e, como antes, se inclinou para beijar sua testa. Depois perguntou. — Como você está