Leona se sentiu humilhada, imaginando como poderia ter se deixado intimidar por uma mulher do interior.
— Muito bem! Quero ver até quando você vai ficar toda orgulhosa. Abram essa porta! — Ordenou Leona, com a arrogância de um pavão.
Ela precisava recuperar a compostura, mostrar a Diya de quem era o território. Diya, exausta, era arrastada por dois brutamontes.
Leona não podia fazer nada contra Vanessa, mas compensaria isso descontando mil vezes em sua amiga. Sem hesitar, deu um tapa na cara de